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A simple and easy method for microplastic contamination analysis in human consumption commercial salts
Summary
Brazilian researchers tested a simple, low-cost optical microscopy method using Bengal Rose dye to screen commercial table salts for microplastic contamination, finding particles in all six brands tested including an analytical-grade salt, at 33–236 particles per kilogram. The method is designed to systematically undercount rather than overcount, reducing false positives while making microplastic monitoring accessible to laboratories without expensive FTIR or Raman equipment. The work confirms that dietary salt is a consistent route of microplastic ingestion for people worldwide. (Note: this appears to be a near-duplicate of paper 39945.)
Os microplásticos estão onipresentes em todos ambientes, podendo persistir por centenas de anos. A exposição de MPs pelo homem pode ocorrer por meio da ingestão de alimentos e bebidas ou pela inalação de partículas suspensas pelo ar, representando uma preocupação para a saúde humana. O objetivo do presente estudo é desenvolver uma metodologia simples, precisa e barata baseada na identificação das partículas por microscopia óptica para avaliar a contaminação por resíduos de MP em sal de consumo humano, testando esse método em seis marcas de sal, cinco de sal refinado comercial e uma marca de sal analítico. Para reduzir os erros de contagem, utilizamos o corante Rosa de Bengala que é absorvido em partículas naturais e não plásticas para auxiliar na identificação e um critério de classificação das partículas identificadas como MP e suspeitas para que o erro inerente à contagem de microplásticos por microscopia óptica esteja sempre associado a uma subestimativa, e não a uma superestimativa, em função de falsos positivos. Todas as marcas de sal estavam contaminadas, incluindo uma marca de sal analítico PA (pro analisis). O número de partículas identificadas variou de 33,33 a 235,53 partículas/kg no sal comercial e 91,06 partículas/kg no sal analítico. Dentre as partículas encontradas, houve uma prevalência de fibras (63%) e fragmentos (37%). Nosso estudo foi uma análise preliminar, com número amostral pequeno (n=6), sem análises espectroscópicas de infravermelho por transformada de Fourier (FTIR) e Raman para confirmar a presença de microplástico. Ainda assim, nossos resultados sugerem que as marcas de sal brasileiras estão contaminadas por microplásticos e essas partículas estão sendo ingeridas por seres humanos.