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Microplastics in Brazilian coastal environments: a systematic review

Revista Brasileira de Ciências Ambientais 2024 12 citations ? Citation count from OpenAlex, updated daily. May differ slightly from the publisher's own count. Score: 60 ? 0–100 AI score estimating relevance to the microplastics field. Papers below 30 are filtered from public browse.
Márcia Escrobot, Márcia Escrobot, Thomaz Aurélio Pagioro Thomaz Aurélio Pagioro Thomaz Aurélio Pagioro Lúcia Regina Rocha Martins, Adriane Martins de Freitas, Adriane Martins de Freitas, Adriane Martins de Freitas, Lúcia Regina Rocha Martins, Thomaz Aurélio Pagioro

Summary

This systematic review assessed microplastic research across Brazilian coastal areas, including beaches, estuaries, mangroves, and reefs. Researchers analyzed 102 studies and found microplastics present across all types of coastal environments in Brazil. The findings underscore how widespread plastic contamination is in coastal waters, which matters because these are areas where seafood is harvested and people swim and recreate.

Study Type Review

Esta revisão sistemática teve por objetivo avaliar o cenário atual da pesquisa com microplásticos (MP) em ambientes costeiros brasileiros, considerando praias e também ambientes ainda não relatados em revisões anteriores, como estuários, manguezais e recifes. Cinco bases de dados foram consultadas, e foram selecionados 102 artigos sobre o tema, publicados entre 2018 e 2023. As instituições de ensino e pesquisa que mais publicaram nesse período foram da Região Sudeste (37,3% dos artigos), seguida da Região Nordeste (34,3%). Universidades dos estados do Rio de Janeiro (15,7%) e Pernambuco (15,7%) lideram o número de publicações, seguidas pelas de São Paulo (11,8%), Rio Grande do Sul (11,8%) e Espírito Santo (7,8%). Acerca dos ambientes costeiros estudados, 70% dos estudos avaliaram a presença de MP em praias, 26% em manguezais, 2% em estuários e 2% em recifes de corais. Estudos que avaliaram a sua presença na biota marinha corresponderam a 43% dos artigos, sedimento (42%) e água (14%). Os organismos mais estudados foram os peixes ósseos (42%), bivalves (17%), crustáceos (7%), aves marinhas (7%), tartarugas (7%) e microfauna (5%). Apesar de crescente, a distribuição das localidades dos estudos ainda é desigual e não relacionada à extensão de faixa litorânea de cada estado. Quanto à origem, os trabalhos compilados no presente estudo permitem inferir que as principais fontes de MP são o turismo, a pesca e a descarga de rios, enquanto a ação das ondas e ventos contribui para a dispersão dessas partículas para praias menos urbanizadas e localidades remotas.

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